segunda-feira, 27 de outubro de 2014

DILMA FOI REPROVADA POR 61,82% DOS ELEITORES BRASILEIROS


O governo da presidente Dilma foi reprovado por 61,82% dos brasileiros aptos a votar (142,8 milhões). Este número é a soma da vontade do eleitorado em relação às candidaturas apresentadas. Dos 142,8 milhões de eleitores 1,35% votou em Branco, 3,65% Anulou 21,10% não foi votar e 35,73% votaram em AÉCIO.  Todas as expressões são contrárias ao modelo do PT, porém a maioria optou votar em AÉCIO, mas nem mesmo ele conseguiu agradar outros 26,09% do eleitorado.


Seja lá como for a vontade do povo brasileiro que reelegeu Dilma é de apenas 38,16% (54.5 milhões) de brasileiros, mas outros 61,82% (88,3 milhões) desaprovam seu governo. O PT erra muito quando coloca o País exclusivamente no eixo central de pobreza, ninguém é pobre porque quer ou continua assim eternamente pela sua própria vontade, pois os brasileiros têm seus méritos pelos próprios esforços ao longo dos anos. A prova do equívoco do governo está aí, muita gente contrariada ou desistindo de votar porque o modelo eleitoral brasileiro sangra faz tempos e a classe política demora muito a reagir. Isso na minha humilde opinião é um risco para democracia.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A QUEM INTERESSA REELEIÇÃO E PARTIDO POLÍTICO?

Segundo matéria do UOL de 06/09, “de cada R$ 10 arrecadados pelos 11 candidatos à Presidência da República nos dois primeiros meses de campanha, cerca de R$ 6,5 foram para a petista Dilma Rousseff, segundo a prestação parcial de contas divulgada no dia 06/09 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral)".



A matéria relata ainda que os candidatos receberam juntos R$ 188 milhões e Dilma sozinha, ficou com R$ 123,3 milhões.

Assim é a reeleição, um fenômeno insensato de “democracia”, pois sempre beneficia o grupo político no plantão. Essa situação se repete em todos os níveis da federação e cada vez mais estimula a permanência, a qualquer custo, daqueles que estão no poder. Diferente dos candidatos com mandato Executivo, todos os demais são obrigados a se afastarem de suas funções profissionais entre 6 e 3 meses antes da eleição. No caso de candidatos com mandatos de presidente, governadores e prefeitos, estes podem disputar a reeleição permanecendo no cargo durante a disputa eleitoral com ínfimas restrições no transcorrer da disputa.

Tal condição permitida pela Emenda Constitucional nº 16, de 04 de junho de 1997, articulada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, trouxe a tona o desequilíbrio competitivo nos processos eleitorais em favor dos candidatos a reeleição, tornando injusto o processo, pois o candidato no cargo usa o potencial do poder em suas mãos para arrecadar recursos e apoio em seu benefício, sem falar no uso da própria máquina.

Recentemente surge a baila diversas notícias que relatam recorrências de poder familiar por décadas, (Sarney, ACM, Genro, etc) beneficiadas pelas brechas deixadas no modelo presidencialista brasileiro, onde famílias seguem diversas carreiras políticas espalhados por diferentes níveis (Estados e Municípios) no Executivo e Legislativo, usando da estrutura de poderes laterais ou ascendentes para inescrupulosamente serem beneficiados nas eleições.

A maioria dos cidadãos dificilmente tem acesso a esses níveis, pois as candidaturas são fechadas a pequeníssimos grupos ligados aos 32 Partidos políticos registrados no TSE (http://www.tse.jus.br/partidos/partidos-politicos/registrados-no-tse), são literalmente usados como ferramenta de manobra para cercar os interesses desses grupos nas eleições.

Você já parou para pensar o porquê que nas eleições de presidente, governador e prefeito o número de candidatos sempre é muito pequeno dado à existência de 32 Partidos Políticos poderem ter candidatos próprios? Isso é uma tremenda distorção aos verdadeiros objetivos de alternância de poder, pois a lógica é "quanto menos concorrente melhor". Vejamos o caso das eleições presidenciais dos últimos 20 anos, sempre disputada pelo PT e PSDB, coincidência ou não, foram os beneficiados pela reeleição.

Encerro com dois questionamentos para reflexão: 1) qual seria o verdadeiro papel de tantos partidos políticos se na hora da eleição os mais influentes absorvem os menos influentes? 2) a quem interessa a reeleição a você ou ao partido político de plantão com mais influência?

Eliezer Crispim – Administrador – Vereador Licenciado


Fontes: TSE/UOL/http://pt.wikipedia.org/wiki

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

GENTE SÉRIA NÃO DEVERIA SE METER EM POLÍTICA?

Os cidadãos cada vez mais cobram qualidade dos serviços públicos e transferem o encargo de uma vida digna e tranquila aos governos. Esse comportamento é preocupante, pois quando lavamos as mãos para questões consolidadas de responsabilidade de pessoas, famílias, pais, confirmamos a crença que é “culpa do governo”, mesmo sabendo que às vezes é mesmo. Se jogo lixo na rua, quem é o irresponsável, a prefeitura? Se não educo meus filhos, o responsável é a escola? Se quebro e exploro desproporcionalmente o patrimônio público, a culpa é do prefeito? Claro que não, o nosso currículo oculto de repetir e reproduzir coisas que ouvimos ou aprendemos errados, nos faz ter uma visão distorcida da situação e do verdadeiro papel do Estado e das pessoas. Quando o governo tem que limpar nossa sujeira, quando tem que trocar uma lixeira quebrada, pintar uma escola pinchada, alguém tem que pagar por isso, logo, nós mesmos.

Viver em sociedade exige uma visão crítica do papel institucional de cada peça no contexto geral, especialmente quando num passado distante a sociedade buscou conceber modelos de organizações sociais para delimitar territórios e instituir síndicos dispostos a governar e colocar em prática seus interesses individuais. Lógico que esse modelo deve considerar e respeitar as características que naturalmente deveriam tender para partilha e participação de cada um, pois desta forma as individualidades seriam adstritas a seus domínios privados e a harmonia do convívio comum seria uma parcela de rendição de cada indivíduo que chamamos de coletividade.

O governo no caso seria o síndico e nós seríamos os donos ou a coletividade! Como pessoas inteligentes que somos sempre buscamos um governante capaz, competente, honesto, dentre outros adjetivos. Lembro que síndico e governante tem pré-requisitos comuns, no primeiro  ser dono e parte da coletividade, no segundo ser cidadão nato, pois a maioria dos países que ouvi falar, não aceita pessoas no poder que não sejam da sua própria nação. Logo, o síndico ou o governante tem que fazer uma boa gestão, gastar menos, fazer mais e prestar contas, pois se isso não acontecer é excomungado e ou até destituído.

Como bom síndico, numa visão simplória, as ações seriam colocar em prática necessidades discutidas nas reuniões e aplica-las as realidades daquele convívio com adequação financeira que seja de comum acordo com todos os donos. Missão árdua, pois falou em meter a mão no bolso, corre todo mundo!

No Governo também é assim, a diferença é que quando escolhemos um governante pelos seus lindos olhos e ou pelo seu discurso meloso e convincente, pelos abraços e beijinhos sorridentes, através dos Partidos Políticos, pouco observamos as suas capacidades, sua história bem sucedida e menos ainda, com quem ele anda ou andou se relacionando por aí. Falo mais; além desta forma de escolha, tem outra que ainda é muito mais catastrófica ainda, aquela que a pessoa vê o que de vantagem individual ele pode ter deste governante. Esta forma de pensar e agir dos eleitores tem, a cada dia, tirado ao desânimo, vocações espetaculares de pessoas para vida pública, pois como canso de ouvir por aí, “gente séria não deveria se meter em política”. Se isso fosse verdade, seríamos loucos, pois escolher gente despreparada, anular votos ou não votar, seria o mesmo que entregar tudo que possuímos nas mãos de um síndico despreparado que vai acarretar muito prejuízo a todos do condomínio. Diante disso quem está errado? Você que acha que política não é para gente séria; você que fala mal do político e não tem coragem de se colocar como um instrumento de transformação; você que não quer saber ou ouvir falar e só sabe reclamar ao vento; você que acha que tudo é igual e tanto faz, ou, os políticos estão todos errados?


Sinceramente, não sei ao todo o que acontece, mas certamente sei que a culpa da escolha de um governante ruim seja da maioria!  

Eliezer Crispim, Administrador, Vereador licenciado                                    22/08/2014

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

A CEGUEIRA, EDUARDO CAMPOS E A VONTADE DE DEUS.

Depois de um longo tempo sem escrever, por falta de tempo, estudos e muito trabalho, não resisti. A semana que passou me fez refletir a fragilidade dos homens diante da vontade de Deus. Aqui na terra ficamos fazendo planos, travando batalhas, comemorando glórias, chorando derrotas e parece que muitas vezes achamos que seremos eternos! Deus na sua infinita bondade nos proporcionou o direito do livre arbítrio diante de nossas escolhas e nos colocou no cenário da vida para vivenciar a diversidade de relacionamentos e percepção acerca das coisas e situações ao nosso redor.  De certo a história mostra o quanto o homem fica cego diante das suas realizações, cercado por motivações pessoais ou de grupos que representa, e irradia a ignorância do seu próprio “eu” quanto a fragilidade da vida. Muitos desses sintomas estão presentes quando estamos investidos de poder.   Poder embora procedido de Deus, penso que deveria ser transitório, pois eternidade somente será possível no plano espiritual para aqueles que tem fé, pois sabemos que neste mundo apenas estamos de passagem e que por aqui essa passagem só será garantida se tivermos a humildade de reconhecer no próximo o valor de um irmão. Irmão que queremos bem, que cuidamos, que amamos, que perdoamos e que pela fé, intuitivamente buscamos a missão de servi-lo com todas as forças. Quando o poder cega, mata dentro de nós a capacidade de enxergar o próximo como uma dádiva de Deus, uma graça dada pelo Pai, para que possamos passar nesta vida terrena com chances reais  de aplicar aquele livre arbítrio para o bem comum e assim seguir na vida transitória para aquela do plano espiritual que será sim, eterna!

Os acontecimentos que levaram a vida do candidato Eduardo Campos e seus colaboradores, foi um exemplo impactante da soberana vontade de Deus sobre todas as coisas que o homem julga importante a sua maneira. O Eduardo sem dúvida tinha um sonho de melhorar o Brasil e sua morte foi um recomeço. O legado de sua curta história de vida deixa marcas na vida do povo Brasileiro e Pernambucano com uma mensagem: “se nós queremos, nós podemos”, porém na forma e no modo que convém ao Pai! Difícil é entender o quanto temos que sofrer e nos colocarmos como instrumentos dos processos de transformação para o cumprimento da Graça e Misericórdia de Deus, mesmo quando na dor, tenhamos que admitir que os fatos fizeram toda diferença para que pudéssemos refletir que nem tudo que é permitido nos convém, pois pode estar reservado a outro.


Esta campanha eleitoral irá, certamente, reservar surpresas agradáveis ao povo brasileiro, pois o PT ficou cego faz tempos e todo esse cenário é fruto de uma invenção do PSDB: REELEIÇÃO! Por isso e tantas outras questões que não vem ao caso agora, sou a favor do fim da reeleição para o executivo e legislativo, mandato de 5 anos e unificação das eleições em todas as esferas de governo, porque no mínimo, depois de 5 anos, aqueles que adotam a política como um meio que os leva a cegueira, terão outros cinco para tratarem as suas “vistas”. 

Eliezer Crispim, administrador, vereador licenciado.  18/08/2014.


terça-feira, 26 de novembro de 2013

FALTA D'ÁGUA PELO EXCESSO DE CHUVAS

COMUNICADO

Comunico aos clientes do SAAE, que em virtude das fortes chuvas dos últimos dias as águas nos mananciais vêm sendo prejudicado pelo excesso de barro escoado no entorno da captação. Tal situação provoca paralização parcial nas Estações de Tratamento, gerando o desconforto de  interrupção do abastecimento, procedimento necessário para não contaminar todo sistema de distribuição.
Esclareço ainda que a situação é um fenômeno natural e comum na época de chuva intensa.
Diante da situação, solicito aos clientes que economizem água até que o volume de chuvas se estabilize em níveis adequados de tratamento.
 
Casimiro de Abreu, 26 de novembro de 2013. 


ELIEZER CRISPIM PINTO
Vereador (licenciado)
Presidente do SAAE